Qual o regime de contratação devo escolher para minha obra?

No ramo da construção civil, existem duas modalidades distintas de contratação: por preço global e por taxa de administração. Como saber qual é a mais adequada para o seu projeto? Descubra a seguir.

No regime de contratação a preço global,  é definido um preço fixo pela totalidade da obra. Para realizar essa estimativa, é necessário levar-se em conta os custos envolvidos. A construtora deve, do início ao fim, executar a obra nos limites desse orçamento. Esta opção é considerada a mais segura para o cliente, principalmente se tiver planejamento realizado nos mínimos detalhes.

Como qualquer intervenção que não esteja inclusa no contrato exigirá o pagamento de valores adicionais e renegociações, é imprescindível que todas as partes envolvidas estejam cientes do objetivo do projeto.

Já no caso do regime por taxa de administração, considera-se que ele é adequado para quando se tem uma ideia geral do projeto, entretanto, com definições pendentes. A construtora tem autorização para iniciá-lo e cobrar do cliente um valor fixo mensal ou uma porcentagem (de 8% a 25%) sobre os custos para a sua conclusão.

 É fundamental pesquisar e fechar negócio com uma construtora de qualidade e que tenha alta credibilidade. Além disso, já que esse regime exige apenas o pagamento da parcela referente aos materiais usados na obra, o cliente tem as opções de pausar ou cancelar o projeto sem tantos prejuízos, caso seja necessário.

 

Qual a diferença?

 

O preço global difere da taxa de administração na forma de pagamento. No primeiro paga-se um valor único por toda a obra, e, no segundo, o cliente acerta com a construtora um valor fixo ou taxa percentual aos custos da obra.

É importante ressaltar a necessidade de, independente do modelo escolhido, sempre dar atenção à credibilidade da empresa escolhida para se realizar qualquer negociação, para você não sair no prejuízo nem sua obra ser afetada negativamente. 

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